Sete suspeitos foram presos nesta terça-feira (24) por integrarem uma organização criminosa responsável por extorquir comerciantes de Sinop, a 503 km de Cuiabá, em troca de uma falsa proteção conhecida como “caixinha do comando”.
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As prisões ocorreram durante a Operação Fatura Final, com apoio da Polícia Militar. Além disso, quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na cidade, e outros três dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), onde presos continuavam atuando na facção.
De acordo com a investigação, o grupo praticava extorsões, aplicava ameaças violentas, mediava conflitos privados e impunha “sentenças” por meio do chamado Tribunal do Crime, seguindo determinações de lideranças da organização.
A quadrilha funcionava com uma estrutura organizada e divisão de funções: gerentes, disciplinadores, executores, operadores financeiros e responsáveis por resolver conflitos. Eles coagiam vítimas, arbitravam disputas e determinavam punições, muitas vezes com ordens vindas de membros já custodiados no sistema prisional.
Durante a apuração, os policiais encontraram conteúdos que detalham a atuação da facção, sempre baseada em violência e intimidação contra comerciantes e demais vítimas.







