A defesa do delegado Bruno França afirmou que ele enfrentava grave sofrimento psicológico antes da troca de tiros com o investigador Roberto Pinto Ribeiro, em Sorriso. A Justiça determinou o afastamento temporário do policial, além da suspensão do porte de arma e acompanhamento psicológico.
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Segundo os advogados, Bruno atuava há quatro anos no combate ao crime organizado no município e vinha sofrendo forte desgaste emocional agravado por problemas familiares. Eles alegam que o episódio foi consequência desse quadro de estresse mental.
O delegado foi preso em flagrante por tentativa de homicídio qualificado após ir até a casa do investigador, conhecido como “Betão”, supostamente para ameaçá-lo depois de um desentendimento em um grupo de WhatsApp. Durante o confronto, houve troca de tiros e Bruno ficou ferido na mão, passando por cirurgia.
O investigador foi ouvido e liberado. Já o delegado segue internado sob escolta policial e deverá passar por audiência de custódia.







