Dezenas de milhares de pessoas se reuniram neste domingo em Delhi, na Índia, para pedir a renúncia do chefe da comissão eleitoral do país. O ato foi organizado pela aliança de oposição INDIA e liderado pelo partido Congresso, de Rahul Gandhi.
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A manifestação ocorreu no Ramlila Maidan, espaço conhecido por sediar eventos políticos e culturais. A oposição contesta uma revisão dos registros eleitorais que retirou 130 milhões de nomes das listas provisórias.
Segundo a Comissão Eleitoral da Índia, o procedimento busca excluir pessoas que morreram, mudaram de endereço ou não têm condições de votar. Partidos oposicionistas afirmam que ele pode retirar eleitores aptos e beneficiar o partido do primeiro-ministro Narendra Modi. Tanto a legenda governista quanto a comissão negam as acusações.
O ato reuniu lideranças nacionais e apoiadores de diferentes regiões. A polícia e forças paramilitares foram mobilizadas, com barreiras e restrições de trânsito ao redor do local.
A autorização para a manifestação estabeleceu condições como término até as 17h, instalação de câmeras de segurança e proibição de marchas fora da área delimitada. O episódio mantém em evidência a disputa política sobre os critérios usados na atualização das listas de eleitores.
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