A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a explorar o debate sobre o fim da jornada de trabalho 6×1 para pressionar Flávio Bolsonaro a apresentar uma posição pública sobre o tema. A estratégia ocorre durante o segundo turno da eleição presidencial de 2026 e antes da análise da proposta no Senado.
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De acordo com a Jovem Pan, a votação é esperada para esta quarta-feira (14), em Brasília. O texto em discussão prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, mantendo a negociação política sobre a organização dos dias de trabalho.
A pauta passou a ser usada pela campanha de Lula como elemento de comparação entre os candidatos. O objetivo é associar a proposta a uma agenda de direitos trabalhistas e cobrar do adversário uma definição antes da votação no Congresso.
O PL ainda não havia fechado orientação de bancada. A sigla avalia os efeitos políticos da decisão e terá 28 senadores na nova composição, o que torna sua posição relevante para o andamento da matéria.
A discussão ocorre em uma fase decisiva da campanha, quando temas econômicos e sociais ganham maior peso no discurso dos candidatos. Até a votação, parlamentares e equipes eleitorais devem intensificar as articulações em torno do texto.
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