Waldir Teis assumiu a presidência após o afastamento de Sérgio Ricardo de Almeida, que teve a prisão preventiva decretada na operação deflagrada em 29 de outubro. A mudança na administração atingiu ocupantes de funções de confiança, incluindo postos nas áreas jurídica, de controle interno, planejamento e gestão financeira.
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Entre os exonerados estão Roseli Loss, que chefiava o gabinete de Sérgio Ricardo, e Grhegory Paiva Pires Moreira Maia, então consultor jurídico-geral do tribunal. Também aparecem na relação os assessores Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke, citados nas investigações.
Confira a lista dos 16 servidores exonerados
- Grhegory Paiva Pires Moreira Maia — consultor jurídico-geral;
- Gustavo Fernandes da Silva — assistente jurídico;
- Felipe José Glinke — assessor jurídico da Presidência;
- Adriangelo Barros Antunes — secretário executivo de Comissão Permanente;
- Roseli Loss — chefe de gabinete de Sérgio Ricardo;
- Adjair Roque de Arruda — secretário executivo de Planejamento;
- Carlos Alexandre Pereira — secretário do Sistema de Controle Interno;
- Carlos Felipe Oliveira Almeida — assessor técnico financeiro;
- Carlos Romeu Rodrigues de Medeiros — consultor técnico-jurídico;
- Edson Luiz Ribeiro de Oliveira — coordenador do Núcleo de Execução Orçamentária e Contábil;
- Eneias Viegas da Silva — secretário executivo de Gestão de Pessoas;
- Jocimauro Bento do Carmo — consultor técnico-jurídico de Comissão Permanente;
- Maurício Marques Júnior — secretário executivo de Orçamento, Finanças e Contabilidade;
- Márcio Antônio Silvério — assessor técnico-jurídico do gabinete do procurador de Contas;
- Olavo Lage Filho — secretário executivo de Comissão Permanente;
- Vitor Turri Romano — chefe de gabinete de Comissão Permanente.
Investigação da Polícia Federal
A Operação Tomada de Contas apura suspeitas de irregularidades em contratos administrativos, movimentações financeiras atípicas e repasses de recursos públicos no TCE-MT. A investigação resultou em seis mandados de prisão preventiva e medidas de busca e apreensão, autorizadas pela Justiça.
Segundo as informações divulgadas sobre a operação, os investigadores apuram suspeitas de pagamentos feitos fora dos registros oficiais e possíveis desvios de recursos. A apuração envolve integrantes da administração do tribunal e outros investigados.
As exonerações são medidas administrativas e não representam condenação criminal. Os fatos seguem sob investigação, e os citados têm direito à defesa e à presunção de inocência.





