O próximo presidente do Brasil deverá assumir o mandato diante de uma conjuntura internacional mais instável e com mudanças políticas em grandes economias. Especialistas ouvidos pela BBC apontam três desafios imediatos para a política externa brasileira.
Leia também: Em encontro inédito, Biden e Xi Jinping se reúnem na Indonésia antes da cúpula do G20
O primeiro é reconstruir a relação com os Estados Unidos. O segundo envolve encontrar uma posição equilibrada na disputa entre Washington e Pequim, evitando dependência excessiva de um dos lados. O terceiro é recuperar a coordenação política e econômica em uma América do Sul fragmentada.
O cenário inclui as eleições legislativas americanas de 3 de novembro, a sucessão presidencial na França em 2027 e votações previstas na Argentina e na Espanha. Na avaliação dos analistas, esses processos podem alterar alianças, prioridades comerciais e a pressão sobre países emergentes.
A relação econômica do Brasil com a China e a postura do governo americano sobre minerais críticos, infraestrutura e comércio estarão no centro das decisões. As respostas devem variar conforme o vencedor da eleição brasileira, mas os desafios estruturais serão semelhantes. Para acompanhar outras notícias internacionais, acompanhe o Canaã Notícias no Instagram.





