Um estudo do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania analisou 1.935 decisões de segunda instância dos tribunais de SP, RJ e SC, referentes ao período de 2023 e 2024. No recorte fluminense, foram examinados 117 processos da Justiça criminal.
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Segundo o levantamento, em 74,4% dos processos analisados as imagens das câmeras corporais da Polícia Militar não foram incluídas nos autos. Também foram encontrados registros de agentes sem o equipamento e de câmeras desligadas.
Em um dos casos, o material foi eliminado 60 dias após a gravação porque o modo de evidência não havia sido acionado. O relatório aponta ainda arquivos não enviados, falhas técnicas e dificuldades de acesso a vídeos ou áudios pelas defesas.
A Polícia Militar informou que o sistema passa por monitoramento contínuo e que o conteúdo é armazenado em uma base acessível a setores específicos da corporação. Conforme a instituição, 15.300 câmeras corporais estão em operação para uso diário. Outras informações podem ser acompanhadas no Instagram do Canaã Notícias.





