A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) elevou para 9,4% a projeção do efeito tarifário médio nas contas de luz do país em 2026. O percentual é quase o dobro da estimativa de 5% para o IPCA considerada no boletim InfoTarifas divulgado pela agência.
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Os componentes financeiros dos processos tarifários respondem por 4,7 pontos percentuais da projeção. Também pesam os encargos setoriais, a compra de energia, os custos de transmissão e as despesas de distribuição.
A estimativa já considera cerca de R$ 5,2 bilhões provenientes da repactuação de obrigações de usinas hidrelétricas. Sem esses recursos, a pressão média sobre as tarifas seria ainda maior, segundo os cálculos apresentados.
O boletim indica ainda que os percentuais efetivos variam entre as distribuidoras e dependem de cada processo de revisão ou reajuste. Mais notícias de economia estão no Instagram do Canaã Notícias.







