Fonte,ISTOÉ
AVISO As doações devem ser autorizadas pela família. É importante que as pessoas digam aos parentes que são doadores (Crédito: sturti)

O Brasil tem cerca de 40 mil pessoas esperando por um órgão na fila de transplantes. É muita gente aguardando por uma chance de vida que só pode ser dada voluntariamente pela família de um doador.

Trata-se de um gesto de amor, uma baliza que de certa forma dá a medida do grau de solidariedade de um povo.

Há anos as pessoas envolvidas no assunto — profissionais de saúde e pacientes — mobilizam-se para que o número de doações cresça, baseados em um trabalho de informação e de criação de empatia da sociedade com as pessoas que aguardam por um coração, um fígado, um rim.

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Um esforço para conscientização colocado agora em risco por causa de um projeto de lei apresentado à Câmara dos Deputados pelo deputado Daniel Silveira (PSL/RJ).

A proposta prevê que todo brasileiro morto em confronto com agentes de segurança, portando armas no momento da morte, deve ceder compulsoriamente seus órgãos para que sejam utilizados em transplantes. Por agentes de segurança compreende-se policiais militares, civis e federais, agentes penitenciários e da Força Nacional de Segurança, guardas civis e integrantes das Forças Armadas que estiverem participando de missões de garantia da lei e da ordem em estado sob intervenção federal.

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