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10/10/2017 às 16:16 - Atualizada em 10/10/2017 às 16:16

Mobilização contra a PEC é intensificada por ameaça de atraso salarial de servidores públicos de MT
Segundo o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento, a manobra utilizada pelo governo Taques tem sido a de “plantar terrorismo para colher facilidades”.
Da redação,Canaã Notícias
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Por, Imprensa SINTEP/MT

Mobilização contra a PEC é intensificada por ameaça de atraso salarial. Foto/Arquivo

O governo do Estado volta à mídia para anunciar um possível atraso no pagamento dos salários dos servidores públicos da ativa. A notícia foi divulgada nos veículos de comunicação um dia antes da votação da impopular Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que congelará os investimentos públicos por 10 anos. A chamada PEC do Teto dos Gastos, entra na pauta da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta terça-feira, 10 de outubro, coincidentemente, data de recebimento dos proventos dos trabalhadores do Estado. O possível atraso nos salários, assim como ocorreu com aposentados e pensionistas, é visto como um motivo a mais para a mobilização popular, hoje, na Casa de Leis.

Segundo o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento, a manobra utilizada pelo governo Taques tem sido a de “plantar terrorismo para colher facilidades”. As estratégias do atual governo estadual são conhecidas pelo movimento sindical, com destaque para a categoria da Educação, reconhecida pelo permanente enfrentamento aos desmonte de direitos promovidos nesta gestão. “Essa não é a primeira ameaça que vivenciamos. E, a considerar o perfil dos políticos de Mato Grosso, não será a última”, afirma Lopes.

Para o sindicalista, o perfil tático do governo Taques já é conhecido e esperado. “A sociedade têm enfrentado os mecanismos nada democráticos utilizados na atual gestão, que se baseiam na tese de que os fins justificam os meios”, disse.

Apresentando o papel democrático da gestão, o governador Pedro Taques apresentou a PEC do Congelamento dos Investimentos Públicos, aos empresários e ao setor agropecuário de Mato Grosso, um dia antes de ser votada pelos parlamentares. E conforme noticiado oficialmente, foi aprovada e aplaudida pelo segmento empresarial, que será poupado de colaborar com os cortes de gastos, já que as isenções e renúncias fiscais concedidas pelo governo não serão afetadas pelo projeto de cortes de recursos.

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